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Andorinha: Biblioteca de Gente em Movimento

  • Foto do escritor: Co Estar
    Co Estar
  • 17 de set. de 2025
  • 2 min de leitura

Atualizado: 21 de set. de 2025

O Andorinha – Biblioteca de Gente em Movimento nasceu da vontade de aproximar histórias pessoais de migração à comunidade local no sul de Portugal, criando pontes de empatia, diálogo e transformação social.


Somos um grupo de jovens residentes no sul de Portugal — migrantes e locais — unidos pela vontade de promover o diálogo, a escuta e a empatia entre diferentes comunidades. Acreditamos que o encontro genuíno entre pessoas, através da partilha de histórias reais, tem o poder de transformar relações e reduzir tensões sociais.


O Andorinha é composto por cinco jovens de diferentes origens e trajetórias, unidos pela amizade, pela escuta e pelo desejo de aprender em conjunto: Maria Guadalupe Mendonça, Gabriel Figueiró, Laura Green, Alessandro Caruso e Maria Beatriz Sousa.


Equipa Andorinha: Alessandro Caruso, Laura Green, Maria Beatriz, Gabriel Figueiró e Maria Guadalupe.
Equipa Andorinha: Alessandro Caruso, Laura Green, Maria Beatriz, Gabriel Figueiró e Maria Guadalupe.

O projeto iniciou em março de 2025 e oficialmente vai até fevereiro de 2026. Desde então estamos percorrendo a região com uma carrinha transformada em instalação artística itinerante, que já passou por espaços como Festival Passagens e Festival Pé na Terra, e continua a viajar entre diferentes comunidades. Através dela, cada pessoa pode entrar em contato com histórias vivas – gravadas em vídeo e em encontros presenciais – que nos convidam a ouvir, refletir e reconhecer a humanidade que nos conecta.



Por que contar histórias importa?

A ciência já nos mostra que ouvir narrativas pessoais não é apenas inspirador: é transformador. Pesquisas de neurociência (Paul Zak, 2015) apontam que histórias despertam a produção de oxitocina, hormona que aumenta a empatia e nos faz confiar mais uns nos outros. O psicólogo Jerome Bruner (1991) lembra que é através das histórias que damos sentido ao mundo, e projetos como a Human Library, na Dinamarca, comprovam que ouvir experiências individuais ajuda a reduzir preconceitos e dissolver barreiras culturais.


Gravação da história de Aissato, de Guiné Bissau, durante o Festival Passagens, em Barreiro.
Gravação da história de Aissato, de Guiné Bissau, durante o Festival Passagens, em Barreiro.

Num território marcado pela chegada crescente de migrantes – especialmente em áreas agrícolas do Algarve e Alentejo – a escuta profunda torna-se uma ferramenta essencial para construir comunidade e responder às tensões sociais. Ao trazer estas narrativas para o espaço público, o Andorinha promove um exercício coletivo de humanidade.


Rede de colaboração

O projeto está a ser desenvolvido em parceria com associações e coletivos que também trabalham pela justiça social, regeneração e diálogo intercultural, como Associação Novas Descobertas, Humans Before Borders, Orla Design, Festival Pé na Terra, Centro Co.Re, Fértil Fest (Associação Moces).


Financiamento

O Andorinha – Biblioteca de Gente em Movimento é financiado pelo Corpo Europeu de Solidariedade, programa da União Europeia que apoia iniciativas de juventude e impacto comunitário.


Para saber mais sobre como desenvolver iniciativas como esta, acede a plataforma do ESC Projects.


Acompanha e participa

Acompanha nosso voo online porque algumas histórias não cabem no papel:



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