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Fértil Fest: onde a arte abriu conversa sobre migração

  • Foto do escritor: Gabriel Figueiró
    Gabriel Figueiró
  • 8 de dez. de 2025
  • 2 min de leitura

Atualizado: há 1 dia

Em outubro de 2025, a Andorinha pousou no Fértil Fest, em Olhão.


Organizado pela Associação MOCES, o festival reúne arte, sustentabilidade, inovação, comunidade, ecologia, inclusão social e desenvolvimento pessoal. A edição aconteceu no Chalé João Lúcio, em pleno Parque Natural da Ria Formosa, criando um cenário especial para conversas sobre território, futuro e transformação social.


Neste contexto, o Andorinha – Biblioteca de Gente em Movimento assumiu a dimensão de arte de impacto social do evento através da temática da migração.

Levamos a instalação da carrinha, as histórias recolhidas ao longo do percurso e as dinâmicas participativas que já vínhamos a testar. Desta vez, chegámos com uma metodologia mais madura: com mais clareza na facilitação, mais cuidado na escuta e mais segurança para acolher as pessoas que se aproximavam da biblioteca.


Durante o festival, a instalação abriu espaço para conversas sobre imigração, pertença, direitos, burocracia, integração e convivência intercultural.



Além da instalação, participámos num talk na programação principal, com cerca de uma hora e meia de duração. Foi uma oportunidade para apresentar o projeto, falar sobre a metodologia da biblioteca humana e divulgar o Corpo Europeu de Solidariedade, inspirando outros jovens a criarem os seus próprios projetos solidários.


O talk contou também com a participação de Marta Mayer, advogada portuguesa com experiência no apoio a pessoas imigrantes. A sua presença ajudou a ligar as histórias pessoais aos desafios concretos da regularização, dos direitos, da burocracia e do acesso à informação.



No Fértil Fest, sentimos que a Andorinha chegou mais madura. A instalação já não era apenas uma experiência em teste, mas uma metodologia em desenvolvimento, capaz de criar encontro, provocar reflexão e abrir conversas difíceis com sensibilidade.


Em Olhão, a Andorinha voltou a lembrar-nos que festivais também podem ser espaços de aprendizagem coletiva: lugares onde se celebra, mas também onde se escuta; onde uma carrinha, uma roda de conversa e algumas histórias podem abrir caminhos para imaginar comunidades mais justas, informadas e acolhedoras.



Financiamento

O Andorinha — Biblioteca de Gente em Movimento é financiado pelo Corpo Europeu de Solidariedade, programa da União Europeia que apoia iniciativas de juventude e impacto comunitário.


Acompanha e participa

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